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	<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 18:02:18 +0000</pubDate>
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		<title>Ado, A-Ado.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 18:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pensando que o nome &#8220;O Populacho&#8221; não é nem um pouco amigável, resolvi criar o Meu Quadrado. Tá na moda, todo mundo conhece e é mais popular que o próprio Populacho. Tem pês aqui!
 
http://meuquadrado.wordpress.com
 
falei.
       ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pensando que o nome &#8220;O Populacho&#8221; não é nem um pouco amigável, resolvi criar o Meu Quadrado. Tá na moda, todo mundo conhece e é mais popular que o próprio Populacho. Tem pês aqui!</p>
<p> </p>
<p><a href="http://meuquadrado.wordpress.com">http://meuquadrado.wordpress.com</a></p>
<p> </p>
<p>falei.</p>
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		<title>Publicidade, sangue e um potinho de cocô</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 19:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[              Quarta-feira, 7:06h, senha 22 e uma bela porção de gente sentada nas cadeiras geladas do laboratório. Não sei se estou certo, mas a impressão que tive foi a de que boa parte da cidade resolveu fazer o mesmo exame que eu, no mesmo dia que eu, no mesmo horário que eu e com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              Quarta-feira, 7:06h, senha 22 e uma bela porção de gente sentada nas cadeiras geladas do laboratório. Não sei se estou certo, mas a impressão que tive foi a de que boa parte da cidade resolveu fazer o mesmo exame que eu, no mesmo dia que eu, no mesmo horário que eu e com o mesmo médico que eu, com exceção do infeliz que esquecera o potinho branco e marrom na cadeira ao meu lado. O tom branco-translúcido do plástico e o marrom você deve saber muito bem do quê, já estavam por me centrifugar o estômago. Sorte a minha pelo pote estar lacrado. Azar o meu por ter escolhido justamente aquele lugar para sentar.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>-Dezessete, guichê dois, por favor.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Do outro lado do pote, uma garota de cabelos pretos, rosto angelical e uma pinta pouco acima da boca, um tanto parecida com a cafetina do meu extinto fetiche. Digo “parecida” pelo fato de a minha cafetina não ter as unhas roídas e nem o rosto em tons de amarelo-trator. Me daria dó se eu não a tivesse visto dias antes no You Tube se esbaldando com uma garrafa de refrigerante. Acho que o amarelo era de um leve sentimento de vergonha, ou, no mínimo, o refrigerante que secou. Talvez as unhas fossem o tira-gosto.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>-Dezoito, guichê quatro, por favor.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>O potinho no meio, a garota de um lado e eu de outro: belo sanduíche! Uma comedora de unhas, um hipocondríaco atrasado para o trabalho e um monte de merda enlatada entre os dois. Senti falta da garçonete servindo 700ml de Gelo com Coca-Cola, como no Burger King, mas na falta, “sempre há um copinho com dois goles de Fanta depois do exame”, como dissera a enfermeira. Numa ocasião tão metafórica (irônica, até) chega a ser um pouco asqueroso pensar no que seriam os dois goles de Fanta, principalmente se for a enfermeira quem servir.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>-Dezenove, guichê um, por favor. Dezenove, guichê um, por favor. Vinte, guichê um por favor.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>7:34. A senha vinte era da comedora de unhas. Ela foi a primeira mordida do sanduíche. Restávamos eu, o cocô, e pouco mais de vinte minutos para chegar ao trabalho. Queria saber quem foi o maldito publicitário que fez a campanha do laboratório. Quem se sente feliz, com um sorriso prateado de uma orelha à outra e saltitando de alegria quando está prestes a ser perfurado por uma agulha? Quem se sente tranqüilo antes de fazer uma laringoscopia? Qual é a criança que não vai chorar ao ser violada por uma agulha, só porque está vendo um monte de bichinhos pintados na parede? Quem gosta de se sentar ao lado de um pote de merda? Ah, faça-me o favor. Às vezes eu me pergunto se a publicidade é ou não mentirosa. Sempre chego na conclusão de que nós não mentimos, mas “eufemizamos” as coisas que são duras demais para uma digestão saudável. Somos a água que te ajuda a engolir. Ou a Fanta.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>-Vinte e um, guichê  dois, por favor.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Entre a saraivada de tossidos e espirros, levanta-se um homem, triunfante e imponente, como nos filmes antigos. Faltara a ele somente o gelo seco, luzes ao fundo e músicas do Era ou Madredeus, que acredito terem tocado em seu subconsciente, num volume tão intenso, que não o deixou escutar, pela segunda vez: “Vinte e um, guichê dois, por favor”. O jeito era cutucar o homem triunfante e imponente, com a ponta dos dedos, desperta-lo. Se algo me fizesse aperta-lo com as mãos, o triunfo então seria meu.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>-Vinte e dois, guichê quatro, por favor.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Ah, minha vez! 7:41h. O último ônibus passa às 7:45h. Diferentemente da Madonna, meus quatro minutos são para salvar o meu dia de trabalho e não o mundo. Time is waiting. A coletora era uma mulher “especial”: pele morena, olhos e boca impecavelmente delineados, cabelos lisos pela chapinha, dois metros de altura, um e meio de largura e três de diâmetro. Era um monstro, nada menos que isso. Quem foi o maldito publicitário que colocou enfermeiros de jaleco branco e olhos plácidos no comercial? A realidade agora era dura demais pra ser engolida, ou pior: a realidade era um buraco prestes a me engolir. Por alguns instantes me perguntei se eu deveria mesmo fazer os exames, mas não durou muito. Ela “graciosamente” colocou as mãos em meus ombros e me conduziu até à sala de coleta. Pensei estar carregando dois sacos de cimento, enquanto ela me acariciava os trapézios. Não houve um “bom dia”, um “como vai?”, ou um “oi” sequer. Tudo o que escutei foi um “bote o braço aqui” e o esticar da borracha. Aliás, aquela borracha é pior que a agulha. Somando meus medos, eu agora tinha oito exames diferentes a se fazer com a mesma amostragem de sangue, estava em uma sala pequena e fechada, com uma mulher bizarra ao meu lado, uma seringa, uma agulha e uma borracha me prendendo a circulação. Eu poderia gritar, mas quis não arriscar. Ali do lado também havia éter para me deixar inconsciente e consumar o “Boa noite Cinderela” ou extirparem meus rins e me colocarem numa banheira de gelo. Bobagem, a minha. Nesse momento, percebi que poderia respirar aliviado, pois os animaizinhos estavam pregados na parede. Uma galinha rosa, um jacaré azul, um tucano vermelho. Além de tudo, ainda fui levado para a sala infantil, sem direito a pirulito depois da agulhada. Por sorte a minha, não demorou muito. Oito tubos de ensaio cheios em menos de dois minutos. Oito quarteirões a se correr em menos de dois minutos. “– Posso correr depois da coleta, moça?”, “– Tome um café antes”.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Nada de café. Alguns passos depois da sala infanto-surrealista, de volta à recepção, uma senhora apanha o tal pote nas mãos e se senta, colocando o “Coletor Universal Farmax” no colo e encobrindo-o com as mãos, como quem tenta proteger algo valioso. Levantou-se quando ouviu alguém chamar pela “Dona Uáilde*”. Juro que na hora não ri nem sequer fiz piadinhas para mim mesmo, mas a melodia e alguns versos de “Born to be wild” dos Rolling Stones refestelaram-se na minha cabeça por um bom tempo. Depois de ouvir “cadê meu cocô, caramba?” ao derrubar o potinho, parodiei para “Born to be Uáilde”.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>7:46h, sozinho, perfurado, com fome e cansado.<br />
<span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>7:47h. Atrasadíssimo. Por sorte, o ônibus também.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>*se não sei a grafia correta, o jeito é a fonética, né?</span></span></p>
<p> </p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/opopulacho.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/opopulacho.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opopulacho.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opopulacho.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opopulacho.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opopulacho.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opopulacho.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opopulacho.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opopulacho.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opopulacho.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opopulacho.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opopulacho.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opopulacho.wordpress.com&blog=2473379&post=36&subd=opopulacho&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Bom Dia Feliz</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[              Normalmente as primeiras horas do dia são sempre iguais, pra todo mundo. Isso é fato, é verdade, é lamentável. Quando digo “as primeiras horas do dia” não me refiro ao sentido literal da palavra, meia-noite, uma, duas, três da manhã. Me refiro às primeiras horas do meu dia – sete, oito, nove – ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              Normalmente as primeiras horas do dia são sempre iguais, pra todo mundo. Isso é fato, é verdade, é lamentável. Quando digo “as primeiras horas do dia” não me refiro ao sentido literal da palavra, meia-noite, uma, duas, três da manhã. Me refiro às primeiras horas do meu dia – sete, oito, nove – ou às primeiras horas do dia de minha mãe – oito, nove, dez, – ou às primeiras horas de qualquer pessoa. Ou seja, o sentido aqui proposto é dos primeiros tempos depois de acordado, o seu tempo oficialmente produtivo e útil, embora pra muita gente não tenha nada produtivo, quem dirá de útil.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Sem mais delongas ou explicações, um acontecimento recente me fez refletir sobre aquilo que dizemos nas primeiras horas do dia: os tão afamados “bom dia”, aos quais sempre gosto de fazer referência em suas diversas formas, da sussurrada à arrastada, passando pela deprimente e, sobretudo, pela alegre.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Gosto de ser acordado com um sorriso, com olhos radiantes, pregueados de sono e levemente delineados de remela. Cabelos desgrenhados e hálito de cabo de guarda-chuva. Gosto da naturalidade das coisas, do modo como as coisas transcorrem de fato. É assim com todo mundo, comigo, com você, com o Papa e com o Bush. Excluindo-se as atrizes da Globo, ninguém mais acorda com o cabelo penteado, olhos sedutores e boca impecavelmente torneada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<h1 style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><em><span style="font-family:Times New Roman;">UM BREVE PARADOXO</span></em></span></h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><em><span style="font-family:Times New Roman;">Elas acordam lindas e, mesmo assim, de mau-humor.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Bom, já que é mal de todo mortal acordar feio por fora, é melhor que sejamos bonitos por dentro, especialmente no momento em que nos achamos tão horrendos. E os bons leitores de “O Segredo” que me entendam, mas aqui se aplica também a Lei da Atração. Aqueles que acordam secos, ásperos e amargos darão bom dia’s secos, ásperos e amargos, que por sua vez, deixarão secos, ásperos e amargos os momentos do cumprimentado. Assim, nosso mundinho fica cinza, logo de manhã.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>E se você pensa que acordar é um momento triste, eu penso que é um dos momentos mais felizes da vida. Aliás, o que seria a vida se não acordássemos todos os dias?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Quantas vezes lembramos de dar bom dia para a alegria após os momentos tristes?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Quantas vezes deixamos de dar bom dia para a saúde, até o dia em que ficamos doentes?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>Quantas vezes esquecemos de dar bom dia para nós mesmos, até o dia em que alguém nos machuca?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>O Bom Dia não é ofensa, lamento, tampouco uma súplica. O Bom Dia é a mais banal expressão de como você deseja que seja o seu dia e o daqueles que lhe circundam. É o mais sincero voto de cordialidade e companheirismo tanto no trabalho, quanto na família ou escola.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span>O Bom Dia que não começa bem, não termina bem, se torna hipócrita, irônico. E até o dia em que eu me acinzente num olhar ranzinza, meus “bom dia” serão felizes. Até o dia em que eu me sinta satisfeito, enquanto alegre for, não me despedirei do meu sono, mas saudarei o novo dia, o novo começo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">              Um bom dia sincero a todos.</span></span></span></span></p>
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