Um breve excerto sobre a inveja.
Segundo o dito popular, o exilado pecado da inveja mata. Eu até diria que é verdade, se considerasse que tanto o invejoso quanto o invejado morrem, mais cedo ou mais tarde. Eu – o invejoso e o invejado, conforme as taxações – confesso que vou morrer, sim. Assim como você, meu leitor, sua mamãe, seu papai, seu amiguinho e todos os patinhos.
No entanto, uma das coisas que mais me irrita é o uso inadequado de palavras das quais não se tem ciência do significado. Ou seja, antes de falar qualquer merda, é sempre bom saber o que a merda significa. É como na aula de semiótica: se não houver prévio conhecimento do signo, o significante e o significado serão distorcidos ou não reconhecidos.
Para esclarecer: o pai dos menos inteligentes que nós apregoa que a inveja ramifica-se em várias situações, que variam desde o sentimento de despeito, passando pelos ciúmes, a cobiça e, claro, a que eu mais gosto: “misto de pena e de raiva”.Depois desta última, considero-me, realmente, invejoso.
Ô dó!
9729325-5
“Não prometa o que o seu know-how não know how fazer.” Adoro!
O quanto puder, claro, se puder.

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